(a) O relato
original da criação indica marcante distinção entre a criação do corpo e da
alma.
Aquele é tomado da terra, ao passo que esta vem diretamente de Deus.
Esta
distinção se mantém através de toda a Bíblia, onde o corpo e a alma não somente
são apresentados como substâncias diferentes, mas também como tendo origens
diferentes (Ec 12.7; Is 42.5).
(b) É claramente
mais coerente com a natureza da alma humana.
A natureza imaterial e espiritual,
e portanto indivisível, da alma do homem, geralmente admitida por todos os cristãos,
é expressamente reconhecida pelo criacionismo.
(c) Evita perigos
latentes na área da cristologia, e faz maior justiça à descrição escriturística
da pessoa de Cristo.
Ele foi verdadeiro homem, possuindo verdadeira natureza
humana, corpo real e alma racional, nasceu de mulher, fez-se semelhante a nós
em todos os pontos e, todavia, sem pecado.
Diversamente de todos os outros
homens, Ele não participou da culpa e corrupção da transgressão de Adão.
Isso
foi possível porque Ele não compartilhou a mesma
essência numérica
que pecou Adão.
(d) O Salmo 127.3
diz: "Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu
galardão". Isso indica que não só a alma, mas também toda a pessoa da
criança, incluindo seu corpo, é dádiva de Deus.
(e) Não é possível
conceber que a mãe e o pai sejam somente eles responsáveis por todos os
aspectos da existência do filho.
Disse o salmista: Salmo 139.13 "Tu me
teceste no seio de minha mãe".
(f) Isaías 42.1 O
profeta afirma que Deus dá fôlego às pessoas da terra e "espírito aos que
andam nela".
9.3.2 Objeções ao
Criacionismo
(a) O criacionismo
não pode explicar o fatos dos filhos se parecerem com os pais nos aspectos
intelectuais e espirituais tanto quanto nos físicos.
(b) As referências
que falam de Deus como Criador da alma dão a entender criação imediata. Deus é,
com igual clareza, mostrado como o Criador do corpo (por ex. Sl 139.13,14; Jr
1.5), e nem por isso interpretamos isto como se significasse criação imediata,
mas sim mediata.
(c) Não explica a
tendência que todos os homens têm de pecar.
Ou Deus deve ter criado cada alma
em uma condição de pecaminosidade, ou o simples contato da alma com o corpo
deve tê-la corrompido.
No primeiro caso, Deus é o autor do pecado, e no
segundo, o indireto. Tudo isto prova que a teoria da criação é insustentável.
Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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