Se a produção de um ser humano
natural já é estupenda e miraculosa, muito mais nos deixa estupefatos a forma com que “o Verbo se fez carne e
habitou entre nós”. É o chamado milagre da regressão, que o Apóstolo Paulo bem
descreveu de um modo até poético aos crentes em Filipos, quando expôs a
profunda doutrina da necessidade de o
cristão manter-se humildade em seu coração a semelhança de “Cristo Jesus, o
qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a
que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo,
tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a
si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. (Fp 2.5-8).
Como expus anteriormente a
fecundação é o ato e o efeito pelo qual um ser humano é gerado - no caso
natural ocorre com a penetração de um espermatozóide em um óvulo,
comunicando-lhe a causa imediata do seu desenvolvimento.
Mas o nosso Senhor Jesus não foi fecundado pelo modo hiloplasmático como comentei anteriormente.
Sua geração foi bioplasmática.
Analisemos a etimologia do termo “bioplasmática”. A palavra “bios” em grego é “vida” e relembrando o sufixo “plasmática” vem de “plasmar” que quer dizer “formar”. Significa dizer que um corpo “bioplasmático” é um corpo formado pela vida. Logo, Jesus foi gerado pela vida.
Mas o nosso Senhor Jesus não foi fecundado pelo modo hiloplasmático como comentei anteriormente.
Sua geração foi bioplasmática.
Analisemos a etimologia do termo “bioplasmática”. A palavra “bios” em grego é “vida” e relembrando o sufixo “plasmática” vem de “plasmar” que quer dizer “formar”. Significa dizer que um corpo “bioplasmático” é um corpo formado pela vida. Logo, Jesus foi gerado pela vida.
A geração bioplasmática por certo
fora a maneira com qual Deus planejara a procriação da espécie humana a partir
de Adão, entretanto, tal plano foi frustrado pelo fato de o primeiro homem não
ser aprovado no teste de fidelidade aplicado pelo Senhor.
O pecado interrompeu o projeto de procriação pela vida planejado pelo Criador.
Em contra partida, Jeová pôde executar o seu plano de geração do ser através da encarnação do Verbo divino.
O Filho de Deus não foi gerado pela matéria, por isso, pôde se auto-entitular de Filho do Homem.
Jesus de Nazaré foi o maior homem que já pisou a face da Terra.
O pecado interrompeu o projeto de procriação pela vida planejado pelo Criador.
Em contra partida, Jeová pôde executar o seu plano de geração do ser através da encarnação do Verbo divino.
O Filho de Deus não foi gerado pela matéria, por isso, pôde se auto-entitular de Filho do Homem.
Jesus de Nazaré foi o maior homem que já pisou a face da Terra.
Talvez a idéia acima fique estranha
ao leitor apressado da Bíblia que lendo o Santo Evangelho de Jesus Cristo
segundo escreveu São Lucas vê a própria declaração de Jesus acerca de um
profeta “... entre os nascidos de mulher, não há maior profeta do que João
Batista” (Lc 7.28). Jesus sabia que Ele próprio era o maior ser humano da face
da terra (o único 100% homem), mas também tinha consciência que não tinha
provindo a carne de Maria e muito menos de José.
Conforme vemos em Lucas 1.35: “Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus”. Falando de modo reverente, Gabriel diz que o Espírito Santo descerá sobre Maria e que o poder do Altíssimo a envolvera.
Conforme vemos em Lucas 1.35: “Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus”. Falando de modo reverente, Gabriel diz que o Espírito Santo descerá sobre Maria e que o poder do Altíssimo a envolvera.
Alguns exegetas esclarecem essa
passagem bíblica de modo peculiar.
Leon Morris ensina que esta expressão delicada exclui idéias grosseiras de uma “união” entre o Espírito Santo com Maria.
Gabriel deixa claro que a concepção de Maria será o resultado de uma atividade divina.
Por causa disso, o filho a ser nascido seria “santo... o Filho de Deus”. A nota de rodapé da Bíblia de Jerusalém esclarece que a expressão “o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra” evoca, seja nuvem luminosa de Jeová, conforme Ex 13.22, 19.16, 24.16), seja as asas do pássaro que simbolizam o poder protetor (Sl 17.8; 57.2; 140.8) e criador (Gn 1.2) de Deus.
Merril Tenney assevera que em contraste com as lendas pagãs da antigüidade relacionadas com reputada descendência de deuses homens, não houve nenhuma intervenção física.
O Espírito Santo, por meio de uma ato criador no corpo de Maria, providenciou os meios físicos para a encarnação. O teólogo E. F. Kevan ensina que o Espírito Santo desceu sobre a virgem Maria em Sua capacidade como poder criativo de Deus, conforme Gn 1.2, a encarnação foi o começo de uma nova criação.
O “poder do Altíssimo” cobriu-a livre de toda a mancha do pecado.
Ainda que verdadeiramente da raça de Adão, Jesus no entanto nasceu como Cabeça, sem pecado, de uma nova raça.
As palavras de Gabriel: “Será chamado Filho de Deus”, dão base à filiação divina do filho de Maria quando de Sua concepção pelo Espírito divino.
Isso não implica, nem tão pouco exclui a sua preexistência.
Seu resultado é visto na consciência da paternidade de Deus que Jesus possuía desde Seus anos primordiais.
Portanto, o homem Jesus não fora gerado pela matéria, mas sim, pela vida.
Não foi contaminado com o elemento pecaminoso que havia em Maria.
Leon Morris ensina que esta expressão delicada exclui idéias grosseiras de uma “união” entre o Espírito Santo com Maria.
Gabriel deixa claro que a concepção de Maria será o resultado de uma atividade divina.
Por causa disso, o filho a ser nascido seria “santo... o Filho de Deus”. A nota de rodapé da Bíblia de Jerusalém esclarece que a expressão “o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra” evoca, seja nuvem luminosa de Jeová, conforme Ex 13.22, 19.16, 24.16), seja as asas do pássaro que simbolizam o poder protetor (Sl 17.8; 57.2; 140.8) e criador (Gn 1.2) de Deus.
Merril Tenney assevera que em contraste com as lendas pagãs da antigüidade relacionadas com reputada descendência de deuses homens, não houve nenhuma intervenção física.
O Espírito Santo, por meio de uma ato criador no corpo de Maria, providenciou os meios físicos para a encarnação. O teólogo E. F. Kevan ensina que o Espírito Santo desceu sobre a virgem Maria em Sua capacidade como poder criativo de Deus, conforme Gn 1.2, a encarnação foi o começo de uma nova criação.
O “poder do Altíssimo” cobriu-a livre de toda a mancha do pecado.
Ainda que verdadeiramente da raça de Adão, Jesus no entanto nasceu como Cabeça, sem pecado, de uma nova raça.
As palavras de Gabriel: “Será chamado Filho de Deus”, dão base à filiação divina do filho de Maria quando de Sua concepção pelo Espírito divino.
Isso não implica, nem tão pouco exclui a sua preexistência.
Seu resultado é visto na consciência da paternidade de Deus que Jesus possuía desde Seus anos primordiais.
Portanto, o homem Jesus não fora gerado pela matéria, mas sim, pela vida.
Não foi contaminado com o elemento pecaminoso que havia em Maria.
Por outro lado, os homens naturais
são “gerados pela carne e pelo sangue”, por isso são mortais como todo animal,
mas, o Senhor Jesus possuía em si a imortalidade.
Prova disso foi o que Ele mesmo revelou acerca dessa verdade: “...dou a minha vida para a retomar.
Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la.
Este mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.17,18). Somente tem legitimidade para falar dessa maneira quem possui em si a imortalidade. Isso corrobora a verdade de que Jesus foi gerado de um modo 100% humano e 0% animal, em função disso, ele intitula a si mesmo de “O filho do Homem”.
Prova disso foi o que Ele mesmo revelou acerca dessa verdade: “...dou a minha vida para a retomar.
Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la.
Este mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.17,18). Somente tem legitimidade para falar dessa maneira quem possui em si a imortalidade. Isso corrobora a verdade de que Jesus foi gerado de um modo 100% humano e 0% animal, em função disso, ele intitula a si mesmo de “O filho do Homem”.
Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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