Esse
resultado teria sido reconhecido com mais facilidade se não fosse pela confusão
semântica a respeito do sentido do termo “Jesus histórico”. Esse termo foi
usado predominantemente para os resultados da pesquisa histórica referente ao
caráter e vida da pessoa que está por trás dos registros do Evangelho.
Como
todo conhecimento histórico, nosso conhecimento dessa pessoa é fragmentário e hipotético.
A investigação histórica sujeita esse conhecimento ao ceticismo metodológico e
à mudança contínua que ocorre nos traços particulares, bem como nos essenciais.
Ela tem como alvo ideal atingir um alto grau de probabilidade, mas em muitos
casos isso é impossível.
O termo
“Jesus histórico” também é usado para significar o evento “Jesus como Cristo”
como um elemento factual.
O termo nesse sentido levanta a questão da fé e não a
questão da pesquisa histórica.
Se o elemento factual no evento cristão fosse
negado, seria negado também o fundamento do cristianismo.
Ceticismo
metodológico sobre o labor da pesquisa histórica não nega esse elemento.
A fé
não pode nem mesmo garantir o nome “Jesus” com respeito àquele que foi o
Cristo.
Ela deve deixar isso às incertezas de nosso conhecimento histórico.
Mas
a fé garante a transformação factual da realidade naquela vida pessoal que o
Novo Testamento expressa em sua imagem de Jesus como o Cristo.
Se não se
distinguirem esses dois sentidos do termo “Jesus histórico”, não é possível
haver nenhuma discussão honesta e frutífera.
Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
Não perca tempo, Indique esta maravilhosa Leitura
Custo:O Leitor não paga Nada,
Você APENAS DIVULGA
E COMPARTILHA

0 Comentários :
Postar um comentário
Deus abençoe seu Comentario