Desde o momento em que foi aplicado
o método científico de pesquisa histórica à literatura bíblica, problemas
teológicos que nunca estiveram completamente ausentes ficaram de tal forma
aumentados, como nunca o estiveram em períodos anteriores da história da
igreja.
O método histórico une elementos analítico-críticos e construtivo-conjeturais .
Para a consciência cristã normal, moldada pela doutrina ortodoxa da inspiração verbal, o primeiro elemento impressionou muito mais do que o segundo.
Só foi sentido o elemento negativo no termo “crítica”, e esse empreendimento todo foi chamado de “crítica histórica” ou “alta crítica”` ou, com referência a um método recente, “critica da forma”. Em si mesmo, o termo “crítica histórica” significa nada mais do que pesquisa histórica.
Toda pesquisa histórica crítica suas fontes, separando aquilo que apresenta mais probabilidade daquilo que apresenta menos ou é totalmente improvável.
Ninguém duvida da validez desse método, já que ele é confirmado continuamente por seu sucesso; e ninguém protesta com seriedade se ele destrói belas lendas e preconceitos profundamente enraizados.
Mas a pesquisa bíblica se tornou suspeita desde seu próprio começo.
Ela parecia criticar não só as fontes históricas, mas também a revelação contida nessas fontes. Pesquisa histórica e rejeição da autoridade bíblica foram consideradas idênticas.
Revelação, supunha-se, abarcava não só o conteúdo revelatório, mas também a forma histórica na qual apareceu.
Isso parecia ser verdade especialmente com relação aos fatos referentes ao “Jesus histórico”. Já que a revelação bíblica é essencialmente histórica, parecia impossível separar o conteúdo revelatório dos relatos históricos tais quais apresentados nos registros bíblicos.
A crítica histórica parecia haver destruído a própria fé.
O método histórico une elementos analítico-críticos e construtivo-conjeturais .
Para a consciência cristã normal, moldada pela doutrina ortodoxa da inspiração verbal, o primeiro elemento impressionou muito mais do que o segundo.
Só foi sentido o elemento negativo no termo “crítica”, e esse empreendimento todo foi chamado de “crítica histórica” ou “alta crítica”` ou, com referência a um método recente, “critica da forma”. Em si mesmo, o termo “crítica histórica” significa nada mais do que pesquisa histórica.
Toda pesquisa histórica crítica suas fontes, separando aquilo que apresenta mais probabilidade daquilo que apresenta menos ou é totalmente improvável.
Ninguém duvida da validez desse método, já que ele é confirmado continuamente por seu sucesso; e ninguém protesta com seriedade se ele destrói belas lendas e preconceitos profundamente enraizados.
Mas a pesquisa bíblica se tornou suspeita desde seu próprio começo.
Ela parecia criticar não só as fontes históricas, mas também a revelação contida nessas fontes. Pesquisa histórica e rejeição da autoridade bíblica foram consideradas idênticas.
Revelação, supunha-se, abarcava não só o conteúdo revelatório, mas também a forma histórica na qual apareceu.
Isso parecia ser verdade especialmente com relação aos fatos referentes ao “Jesus histórico”. Já que a revelação bíblica é essencialmente histórica, parecia impossível separar o conteúdo revelatório dos relatos históricos tais quais apresentados nos registros bíblicos.
A crítica histórica parecia haver destruído a própria fé.
Mas a parte crítica da pesquisa
histórica na literatura bíblica é a parte menos importante.
Mais importante é a parte construtivo-conjetural, que foi a força motora em todo esse empreendimento.
Os fatos que estão por três dos registros, foram buscados; especialmente se buscaram os fatos sobre Jesus.
Havia um desejo urgente de descobrir a realidade desse homem, Jesus de Nazaré, por trás das tradições coloridas e ao mesmo tempo, camufladoras dessa realidade, que são tão antigas quanto ela própria.
Desse modo, a pesquisa pelo assim chamado “Jesus histórico” teve início.
Seus motivos eram ao mesmo tempo religiosos e científicos.
Essa tentativa era corajosa, nobre e extremamente significativa em muitos aspectos.
Suas conseqüências teológicas são inúmeras e bastante importantes.
Mas, vista à luz de sua intenção básica, a tentativa da crítica histórica de encontrar a verdade empírica sobre Jesus de Nazaré foi um fracasso.
O Jesus histórico, a saber, o Jesus que está por trás dos símbolos de sua recepção como o Cristo, não só não apareceram, quanto se distanciavam cada vez mais g medida que se dava um novo passo.
A história das tentativas de se escrever uma “vida de Jesus”, elaborada por Albert Schweitzer em sua primeira obra, “A busca do Jesus Histórico” ainda é válida.
Sua própria tentativa construtiva foi corrigida.
Eruditos, tanto conservadores quanto radicais, se tornaram mais cautelosos, mas a situação metodológica não mudou.
Isso se tornou manifesto quando o programa ousado de “desmitologização do Novo Testamento”, feito por Bultmann, levantou uma tempestade em todos os campos teológicos, e a lentidão com que a escola de Barth considerava o problema histórico foi seguida por um impressionante despertamento.
Mas o resultado do questionamento novo (e muito antigo) não é uma imagem do assim chamado Jesus histórico, mas o “insight” de que não existe uma imagem por trás da imagem bíblica que pudesse se tornar cientificamente provável.
Mais importante é a parte construtivo-conjetural, que foi a força motora em todo esse empreendimento.
Os fatos que estão por três dos registros, foram buscados; especialmente se buscaram os fatos sobre Jesus.
Havia um desejo urgente de descobrir a realidade desse homem, Jesus de Nazaré, por trás das tradições coloridas e ao mesmo tempo, camufladoras dessa realidade, que são tão antigas quanto ela própria.
Desse modo, a pesquisa pelo assim chamado “Jesus histórico” teve início.
Seus motivos eram ao mesmo tempo religiosos e científicos.
Essa tentativa era corajosa, nobre e extremamente significativa em muitos aspectos.
Suas conseqüências teológicas são inúmeras e bastante importantes.
Mas, vista à luz de sua intenção básica, a tentativa da crítica histórica de encontrar a verdade empírica sobre Jesus de Nazaré foi um fracasso.
O Jesus histórico, a saber, o Jesus que está por trás dos símbolos de sua recepção como o Cristo, não só não apareceram, quanto se distanciavam cada vez mais g medida que se dava um novo passo.
A história das tentativas de se escrever uma “vida de Jesus”, elaborada por Albert Schweitzer em sua primeira obra, “A busca do Jesus Histórico” ainda é válida.
Sua própria tentativa construtiva foi corrigida.
Eruditos, tanto conservadores quanto radicais, se tornaram mais cautelosos, mas a situação metodológica não mudou.
Isso se tornou manifesto quando o programa ousado de “desmitologização do Novo Testamento”, feito por Bultmann, levantou uma tempestade em todos os campos teológicos, e a lentidão com que a escola de Barth considerava o problema histórico foi seguida por um impressionante despertamento.
Mas o resultado do questionamento novo (e muito antigo) não é uma imagem do assim chamado Jesus histórico, mas o “insight” de que não existe uma imagem por trás da imagem bíblica que pudesse se tornar cientificamente provável.
Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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